terça-feira - 30, outubro, 2018 | por: Mauro Galasso

Uma self do Mundo em 2038

Megacidades serão um epicentro de soluções de compartilhamento e posturas sociais mais coletivas
Megacidades serão um epicentro de soluções de compartilhamento e posturas sociais mais coletivas

No conteúdo especial de 20 anos, a revista Você S/A (edição: 243) propõe uma revisão da existência da publicação, trazendo belas análises sobre o que mudou no Mundo e claro, o que mudou o Mundo em duas décadas. Exemplos como, a mudança de foco das empresas que passaram da reengenharia/lucro para adaptação/comunicação; da revolução digital na sociedade global e do crescimento dos millennials com os impactos gerados por esses indivíduos nos hábitos cotidianos e profissões ao redor do nosso globo.

Porém, o que mais chama atenção não tem sido olhar para o passado (isso as redes sociais nos relembram a todo momento), mas sim a projeção para 2038 (20 anos à frente). Lá, naquele futuro não tão distante assim, podemos já perceber um tom de vida mais voltada para a economia compartilhada. Afinal, estaremos cada vez mais reunindo humanos para viverem nas megacidades (poucas pessoas no interior das nações) e um envelhecimento exponencial da população (longevidade na saúde e mais tempo nas atividades profissionais).

Em 2038 seremos 9 bilhões de habitantes no mundo:

  • Em 2038: 09 de cada 10 habitantes estarão em centros urbanos
  • Até 2060: 01 em cada 04 brasileiros terá acima de 65 anos

 Cresce demanda por:

  • Fontes de energia (50%)
  • Água (40%)
  • Alimentos (35%)

 Aumento nos investimentos em soluções sustentáveis:

  • Energia renovável
  • Métodos de fabricação
  • Ações para diminuição dos impactos ambientais negativos

 Viveremos cada vez mais em centros urbanos:

  • Hoje ocupam 5% da superfície do planeta
  • Consomem 75% de recursos naturais
  • Hoje abrigam 55% da população
  • Em 2038 deve abrigar 64% da população
  • Em 2050 deve abrigar 75% da população
  • Entre 50 e 85 milhões de empregos na área da médica e bem estar até 2060

Chegaremos a 43 megacidades (população superior a 10 milhões):

  • Atualmente são 33
  • Eram apenas 10 em 1990
Economia abre novos caminhos para fazer suas trocas mais justas
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Ao mesmo tempo que esses megadados formam um medo sobre o que estará à nossa frente, também dá incentivos para acreditarmos no ritmo acelerado de mudança do comportamento humano ao longo dos tempos. A projeção, parece-nos, realista e alinhada com os debates que ocorrem em esfera municipal, como também em esfera global. E merece nossa atenção individual em saber como poderemos ajudar e influenciar uma revolução nas maneiras que (con)vivemos, fazemos carreira, ofertamos nossas habilidades ao mercado e negociamos produtos e serviços.

A tecnologia com certeza é o maior aliado para todas essas transformações. Mas com certeza haverá uma maior necessidade do reconhecimento de nossas (in)capacidades de formar nossas habilidades sociais (todas as atividades que as máquinas não farão), foco continuado em estratégias de aprendizagem (somos eternos estudantes) e a revisão geral das intenções de consumo (o que merece ser consumido).

Portanto, já vivemos uma revalorização das capacidades sociais e do incentivo para a formação de grupos de criatividade. O valor do convívio retoma a frente na constituição da sociedade deste futuro (que já chegou). Tempo de redimensionamento de propostas para nossos trabalhos e carreiras, tudo alinhado com um cenário mais compartilhado, sem deixar de ser competitivo.

O seu futuro promete o que? Você já atua com o que você mais gosta? Você já carrega consigo o espírito coletivo que o mundo precisa? Nunca o cenário mundial dependeu tanto do resultado individual de cada um; hora de você decidir seu legado e propósito. O Mundo pede sua forma de expressão e ação.

#FuturoDoTrabalho      #FuturoDaSociedade    #FuturoDaEducacao

#GroovyPotential    #Coaching    #TransicaoDeCarreira

Economia compartilhada se multiplica e ganha mais e mais modelos de negócios
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