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Marketing de Relacionamento

Marketing de Relacionamento como Estratégia de Negócio

Por: Mauro Galasso

Relacionar é preciso. Seja na vida pessoal ou no mundo dos negócios, somos movidos por essa ferramenta social. Conviver com inúmeros estilos de comportamento nem sempre é fácil, mas se aplicamos alguns hábitos e certo monitoramento, podemos colher  um ambiente mais amistoso para negociarmos.

O desafio principal a ser perseguido por empresários é conseguir envolver os componentes chave (clientes, funcionários, parceiros de marketing e comunidade financeira) em suas estratégias para Marketing de Relacionamento. Pois eles formam todo cenário que abraça uma empresa e a faz progredir (ou encolher).

Portanto, do mesmo jeito que devemos criar filtros e controles sobre o comportamento de nossos clientes, há de ser desenvolvido comportamentos semelhantes entre os funcionários, parceiros de marketing e a comunidade financeira.

Networking - conheca e seja conhecidoAcredito que o melhor conceito que nos ajuda a entender como isso deve ser gerenciado, vem dos ensinamentos sobre networking. Ele nasce quando descobrimos o valor que carregamos junto aos nossos relacionamentos (carreira e vida pessoal). Isso é totalmente baseado em nossas formas de interação social (atenção, sinceridade, parceria) com nossa família, amigos, colegas e influenciam também na vida profissional (funcionários, parceiros e clientes).

O engajamento de funcionários, parceiros e clientes acontece quando o cenário se apresenta mais controlado e carregado de uma linguagem franca. A ideia então passa a ser mais consciente de como as relações comercias de uma empresa tem acontecido. Bem como, averiguar se em cada um desses encontros com nossos “componentes chave”, temos transformado transações em relacionamento (dimensão emocional).

Semana passada participei de um encontro bacana sobre mídia digital e a relação com as empresas. Lá ouvi uma das frases importante: “Compradores são pessoas”. A partir disso criamos toda e qualquer estratégia e ferramentas para interagir mais com essas pessoas (compradores).

Análise de dados que mostrem os perfis de clientes e fornecedores que são atendidos e envolvidos em seus processos dentro do negócio. Mais que gerar números e estatísticas, envolve absorver traços de comportamento comercial que sejam mais próximos do ritmo e da linguagem do público alvo. Empresas precisam reconhecer (e encarar) como sua marca é percebida por seus clientes e parceiros. Através dessa “memória eletrônica” aprendemos (e entendemos) como gerar mais negócios para o grupo.

Foco do uso de CRMA estratégia conhecida como CRM (Customer Relationship Management) tem a forma de um Sistema de Informação, usado para gerenciar a interação de uma empresa e seus clientes atuais, bem como os clientes em potencial. Sua aplicação resulta em uma taxa mais alta na retenção de clientes, uma melhor performance financeira, descoberta de meios de controle de custos e por sua vez, uma lucratividade maior.

Mas lembre-se, o desafio mora em conseguir conciliar as pessoas envolvidas, entender os processos necessários e a qual a tecnologia mais adequada. Sem esquecer, claro, da segurança dos dados coletados.

A bola da vez parece ser mesmo incorporar a prática e a dinâmica das redes sociais como canais de relacionamento. Por elas podemos alavancar as interações sociais, já que conecta pessoas e proporciona comunicação direta e rápida. Além de fornecer índices e parâmetros de acompanhamento dessas interações, capaz de habilitar empresas a entender e atender seu público de maneira segmentada.

Mas toda rede social pede conteúdos frequentes e autorais (com personalidade própria). Informação escrita, boas imagens e continuidade na distribuição podem se tornar fortes aliados no engajamento, diminuindo o custo de mídia paga (anúncios patrocinados). Para isso, segmentação da carteira de clientes é fundamental, pois gera condições de monitoramento do mercado: descobrir quem convive com a marca, monitorar assuntos importantes para esses grupos e gerar o próximo conteúdo.

Todo relacionamento requer manutenção. Um misto de cuidado, carinho e razão, que se aplicados de maneira alinhada e expressa com clareza, alcançamos uma aproximação das partes envolvidas. Com esse feedback de clientes e parceiros, administradores tem condições de alcançarem intimidade com seu mercado, podendo então prever reações deste público. Assim, o planejamento para o marketing de relacionamento torna-se mais realista e eficiente.

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Mauro Galasso – Consultor empresarial e docente nas áreas de administração, logística, marketing e vendas. Realiza treinamentos dentro destes assuntos, onde busca o desenvolvimento humano e as práticas sócio-ambientais. Gosta de ser chamado de um “contador de histórias para negócios”.