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Redes sociais buscam a sintonia com grupos de pessoas e suas linguagens

Redes Sociais elevam o impacto da Equipe de Vendas

Redes sociais buscam a sintonia com grupos de pessoas e suas linguagens
Redes sociais buscam a sintonia com grupos de pessoas e suas linguagens

Como apontado em artigo anterior, apesar dos números favoráveis, o consumidor online ainda é um desafio para os varejistas. Os costumes mudaram e são os clientes que agora controlam o processo de compra. Muitos consumidores preparam suas compras virtuais antes de visitarem a loja e geralmente chegam mais informados do que o próprio varejista.

E como grande aliado para acesso aos clientes temos às REDES SOCIAIS em seus mais variados formatos de interação. Como característica principal que distingue cada uma delas, devemos atentar para a LINGUAGEM existente em cada um destes canais de comunicação. Essa identificação com o grupo, faz com que cada indivíduo se aproprie do espaço virtual e aumente à sua participação naquela rede que entende sua linguagem e determina o ritmo de conteúdo distribuído.

Com a facilidade de acessos frequentes pelo celular e a popularização dos acessos via wi-fi, cada usuário das redes sociais, passa a transitar entre os conteúdos com mais desenvoltura. Portanto, passamos então a dedicar mais tempo em acessar e elevamos a intenção de trocar experiências virtuais. Há quem diga que, num futuro próximo, todas as interações na Internet serão via perfis pessoais/individuais de alguma rede social. Um bom exemplo é a quantidade de pessoas cadastradas no Facebook, que se torna a maior rede social do Mundo.

As empresas há tempos buscam essa sintonia com seus públicos alvo. Conforme os filtros fornecidos pelas ferramentas de gerenciamento de usuários ficam mais acessíveis, as marcas, profissionais liberais ou entidades/associações passaram a ajustar seus discursos para cada uma destes grupos sociais na Internet.

Redes como Instagram, Facebook, Pinterest e Youtube, são plataformas sociais exploradas na construção de pontes de empresas e seus públicos alvo. Assim, temos a possibilidade de conhecer, explorar e conquistar novos mercados; pessoa a pessoa. Acessamos tendências/assuntos que estes grupos traem como interesse, ajudando que marcas/empresas possam ajustar suas soluções (produtos e serviços) nesse sentido.

Para construirmos canais virtuais mais eficientes, será preciso planejarmos uma conduta no ritmo de conteúdo postado e alinhar a postura comercial com a linguagem de cada rede social.

Dicas para manter um perfil empresarial em redes sociais:  

  1. Dedique tempo por semana para manter o ritmo de conteúdo;
  2. Conteúdo de interesse dos seguidores e alinhado à linguagem do público de cada rede social;
  3. Conversa não é unilateral, pois deve gerar um mesmo sentido de interação que sua empresa teria no cenário não virtual (profissionalismo conta; educação e respeito mais ainda);
  4. Faça o possível para transformar os fãs virtuais em fãs reais (convide-os para conhecer seus serviços);
  5. Perfis empresariais não podem ser apenas para vender, portanto intercale suas vendas com conteúdos ligados à cultura/diversão ou que atenda interesses da sociedade civil;
  6. Analise regularmente as informações sobre visitantes (estatísticas) e ajuste suas próximas ações sobre esses resultados.

Acesso a internet

Outro ponto importante é relacionado com os objetivos em se abrir e manter um perfil empresarial em redes sociais. Cada empresa, marca ou entidade/associação tem um tempo para construir seu território na rede. Portanto, é mandatório perceber em que estágio atravessamos no relacionamento com o público que esperamos interagir.

Alguns dos objetivos iniciais são: Conquistar fãs (por enquanto); Divulgar uma marca a grupos de público pré selecionado; Ser referência sobre algum tema; ou simplesmente Estar presente naquele canal (por enquanto)

Depois, passaríamos a outros estágios de interação: Gerar receita/venda; Gerar pesquisa qualitativas e quantitativas; Abrir novos mercados e acessar maiores distâncias geográficas; e também, Criar uma plataforma de atendimento de clientes.

De uma maneira geral, as redes segmentam o mercado não virtual em grupos virtuais de indivíduos que assumem suas condutas e opiniões abertamente. O que nos garante mais fluidez na interação e nos abre a possibilidade de alcance geográfico maior, desde que tenhamos um comportamento empresarial virtual que transmita uma efetiva linha de conversa franca e atualizada.

#EntenderMercadoOnLine

O acesso mobile é o canal preferido de compra online

Vendas virtuais e os novos hábitos de consumo

O acesso mobile é o canal preferido de compra online
O acesso mobile é o canal preferido de compra online

O cenário do e-commerce no Brasil mostra crescimento de 12,5% entre maio/2017 e maio/2018, segundo a pesquisa da BigData Corp, realizada a pedido do PayPal Brasil e publicada em maio deste ano. Esse aumento mostra a capacidade de superação desta maneira de interação com o público consumidor.

A pesquisa nomeada de “O Perfil do e-commerce brasileiro 2018” verificou que 75 mil sites de vendas online foram abertos desde maio de 2017. A quantidade revela um período de maturação do mercado, segundo Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp.

Num comparativo do faturamento maio/2014 e maio/2016 é percebido um aumento de 24% entre 2014-2015 e 21% entre 2015-2016. O período seguinte apresentou queda no crescimento de 9,23% de 2016-2017. Já a expansão de 12% em 2018 seguiu a tendência de criação de empresas nos demais setores da economia.

As 675 mil lojas ativas online atualmente – contra 600 mil existentes em 2017 – são responsáveis por 5,63% dos sites no Brasil. Dentre estes, destaca-se a diminuição dos pequenos e-commerces em comparação aos médios e grandes. Em compensação, a pesquisa aponta que os pequenos sites representam 82% do comércio eletrônico brasileiro, contra 97% em 2017.

A classificação para determinar que uma loja online é de pequeno porte passa pelos critérios de volume de produtos e fluxo de acessos: de um a dez produtos e até dez mil acessos mensais. “É possível que a diminuição da quantidade de pequenos e-commerces esteja atrelada à melhora de investimentos dessas lojas, que passam para uma perspectiva de médio porte, conquistando mais acessos e disponibilizando mais produtos”, diz Rodrigues.

Em contrapartida, os e-commerces de grande e médio porte trazem aumento de aberturas online, representando atualmente 7,53% (grande) e 9,99% (médio) das lojas online em funcionamento.

Acesso às compras via Mobile

Os sites responsivos a dispositivos móveis – ou seja, que se adaptam para visualização em qualquer tipo de dispositivo e tela – cresceram exponencialmente de 2017 para 2018, de 24% para 76% hoje.

A busca por sites responsivos é um reflexo da preferência de muitos usuários por pesquisas de preço e compras por meio de seus smartphones.  Além disso, existe o fator de indexação do Google com relação aos sites com bom desempenho em seu uso, o que impulsiona a criação de medidas favoráveis à navegação do usuário final.

Com a tecnologia em larga expansão e a simplificação ao acesso das plataformas digitais, contribuem para que essa atividade, conquiste cada vez mais confiabilidade e credibilidade. Dentro desse avanço, o crescimento da ferramenta internet nos últimos anos foi primordial para a expansão do comércio eletrônico em todo o mundo, inclusive uma parcela muito significativa no Brasil.

O perfil de compras do brasileiro pode ser dividido nas seguintes categorias de bens mais consumidos: moda e acessórios, 19%; cosméticos e perfumaria, 18%; eletrodomésticos, 10%; livros e revistas, 9%; informática,7%.”

As etapas logísticas são foco para não atrapalhar a experiência de compra

O perfil do consumidor mais exigente

Apesar dos números favoráveis, o consumidor online ainda é um desafio para os varejistas. Os costumes mudaram e são os clientes que agora controlam o processo de compra. Muitos consumidores preparam suas compras virtuais antes de visitarem a loja e geralmente chegam mais informados do que o próprio varejista.

É importante o varejista ter em mente que a experiência digital das pessoas vai além do e-commerce. Os clientes querem de vídeo personalizado a conteúdo da web para conhecer as marcas. A loja virtual precisa utilizar mecanismos para capturar as atitudes e necessidades dos compradores em todos os canais, e considerar o modo mais adequado de interação em cada meio.

Competir com base em preço não é mais o suficiente para ganhar clientes. Os serviços é que se tornaram o grande diferencial para promover a lealdade dos consumidores à empresa e aos produtos. Além disso, o cliente se tornou um forte influenciador, pois expressa e espalha rapidamente nas redes sua opinião e experiências de compras, sejam elas boas ou ruins. Ter um bom atendimento é crucial.

Quanto melhor e mais intensa é a experiência de compra, maiores são as vendas, maior é a fidelização do consumidor e maior será a base de clientes. Boa experiência de compra é o que faz o cliente retornar.

O aumento das vendas online reduz a necessidade de espaços físicos e gera impactos não somente no tamanho das redes varejistas, mas também no setor de shopping centers.

#FuturoDoMercadoOnLine

 

Fontes: administradores.com.br / ecommercebrasil.com.br / ecommercenews.com.br /