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Atitude empreendedora que move os negócios

# BANNER Atitude (1)Por: Mauro Galasso

Tempos atrás, lá no início de minha carreira, alguém me disse: “Se você tem uma habilidade incomum, use-a da melhor maneira possível”. A partir disso, investiguei o que era essa tal situação incomum, descobrindo que é tudo que sabemos fazer de melhor. Quero dizer que caiu a ficha para mim, o fato que trazemos dotes/dons/habilidades (o nome que você quiser) que nos faz merecedores de elogios e aplausos por atividades do cotidiano.

Fig 1 significado empreenderEm algum momento comecei a juntar elogios por saber contar histórias. Entendi que pertenço a um grupo de pessoas que possuem raciocínio capaz de compor um ritmo para expressar ideias, aliada a habilidade de fazer uso das palavras para criar textos a favor de toda história que eu quisesse contar (minha história, a de alguém ou de um produto/serviço). Nasceu então meu lado empreendedor para o mundo da educação, da consultoria em treinamentos e, por que não, meu lado jornalista.

Tem gente que sabe desenhar muito bem, enquanto todo o restante das pessoas, não sabe mais do que o clássico desenho infantil de casinha + nuvenzinha + arvorezinhas + pessoas feitas de 5 traços (corpo) e uma bolinha (cabeça). Viu como desenhar passou a ser encarado como algo bastante incomum para muitas pessoas?

Tem o grupo de indivíduos que mostram habilidades de cozinhar. A inspiração flui frente as especiarias, ingredientes frescos e equipamentos básicos de cozinha. Essa pessoa não reclama de se jogar nessas experiências de sabores. Mas para isso valer a pena, precisam de outro grupo importante: a plateia dos foodies – aqueles que admiram gastronomia num geral. Desde os que focam na alta gastronomia (requinte), como também os que veneram a baixa gastronomia (despretensiosa), pois todos valorizam o trabalho de um verdadeiro chef de cozinha/cozinheiro/quituteiro.

Nem todos nasceram para atuar em postos de negociação e atendimento ao cliente. Isso porque um bom negociador pode aparecer em pessoas que mantém habilidades de comunicação, somadas ao empenho para construir relacionamentos profissionais a longo prazo. Para muitos, isso é algo inimaginável, pois tremem só em pensar em ter de se expressar, negociar, fazer networking constante. Não para o vendedor que gosta do que faz, pois para ele, é isso que ele prefere fazer para ser feliz (e ainda ser remunerado por isso).

Os negócios com mais chances de darem certo, nascem, invariavelmente, a partir dessas habilidades reconhecidas em nosso interior; fazemos naturalmente e com satisfação. Entregamos nosso melhor para aquilo, fazemos com primor e como resultado, algo muito especial é criado. Para isso tornar-se realidade e ganhar formato de negócio, leva tempo e exige investimento de orientação para planejamento estratégico (onde quer chegar + como chegar lá).

Fig 2 - Planejando o futuro

Há uma necessidade de se interessar também por assuntos que compõem uma empresa – financeiro, gestão de pessoas, logística, entre outros. Tudo aquilo que falta para você poder atuar com aquilo que fará você alguém mais satisfeito com que investe tempo e empenho. Não que você tenha de fazer tudo, mas sim, entender o que valorizar para seu trabalho poder ser entregue do jeitinho que você sabe fazer (melhor do que ninguém faria).

Mas nem todo empreendedor abre negócio próprio. Chamamos estes de Empreendedor Corporativo, já que ele traz todas as características de reconhecer suas habilidades, sentindo-se realizado quando encontra um dos Empreendedores Externos (que abrem um negócio e geram empregos). Essa parceria é imbatível e propõem parceria na criação de empresas coerentes com que entregam ao público alvo. A satisfação é partilhada a cada novo cliente conquistado e mais ainda, a cada cliente fidelizado.

Fig 3 Planeje seu negocio

 #FortalecendoNossasEquipes #EquipeForteEnfrentaCrise         

Mauro Galasso – Consultor e docente nas áreas de administração, logística, marketing e vendas. Realiza treinamentos e palestras dentro destes assuntos, onde busca o desenvolvimento humano e práticas socioambientais. Suas habilidades transitam ao redor da comunicação, onde promove ideias com sua voz ou constrói conteúdos escritos, por isso gosta de ser encarado como “contador de histórias para negócios” – Acesse: Supply Educação Corporativa ou cel: 11 98218 2998     

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BRICS LIDERAM CRESCIMENTO DO CONSUMO DE FIBRAS TÊXTEIS EM 2013

O consumo mundial de fibras têxteis disparou. Em 2013, o consumo do insumo no mundo cresceu 4,4% comparado ao ano anterior, superando o aumento médio anual de 3,5%, que vinha se mantendo desde 2000. Uma das razões por trás do forte crescimento dos últimos exercícios é o maior poder de compra em economias emergentes dos países que compõem o bloco Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) e contam com grandes populações, segundo o relatório Fibra 2014.

A aceleração do consumo de fibras têxteis em 2013 contrasta com o crescimento de 1,5% registrado em 2011, durante a crise financeira internacional e em um cenário de queda de consumo nos Estados Unidos e na União Européia. No total, as empresas têxteis usaram no ano passado 90,1 milhões de toneladas de fibras, o que corresponderia a consumo médio de 12,7 quilos por pessoa.

Em 2013, o comércio exterior de fibras têxteis também cresceu. Os dez principais exportadores do mundo, incluindo a União Europeia, aumentaram suas vendas em 8,1% em relação ao ano anterior, para US$ 527 bilhões.

China e Vietnã foram os países cujas exportações registaram maior crescimento. No ano passado, o gigante asiático comercializou US$ 284 bilhões, 11,4% a mais que em 2012. O Vietnã, por sua vez, aumentou as vendas em 18%, para US$ 20 bilhões, graças ao acordo de parceria Trans-Pacífico, que elimina as barreiras comerciais com os Estados Unidos.

Estados Unidos e União Europeia continuam como os principais importadores de fibras têxteis. No ano passado, as duas regiões somaram compras no valor de US$ 225 bilhões, 4,1% a mais que há um ano.

Fibras artificiais
Nesse processo, as fibras sintéticas estão ganhando espaço. Em 2013, estas fibras representaram 67% do mercado, ante 54% em 2000. A tendência é que continuem a ganhar destaque, com o impacto da nova política de algodão na China e a diferença de custos entre as fibras naturais e o poliéster, a fibra artificial mais usada.

O estudo aponta que a China está investindo pesadamente em fábricas de fibras artificiais, principalmente poliéster e náilon, o que pode levar a um excesso de capacidade produtiva. A principal consequência desse novo cenário será a manutenção dos baixos preços dessas matérias-primas.

Em 2013, a produção mundial de fibras foi de 92,3 milhões de toneladas, 2,8% a mais que no ano anterior. Fibras artificiais foram as que registraram maior crescimento, chegando a 60,3 milhões de toneladas, 6,1% a mais que em 2012. Em paralelo, a produção de fibras naturais diminuiu 3%, para 32 milhões de toneladas.

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