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Conversinha sobre tecidos

Conversinha sobre tecidos: malha ou tecido plano?

#01

Olá! Andei meio sumidinha, mas agora voltando com força total.

No trabalho de consultoria, sempre surgem dúvidas muito pertinentes por parte das clientes e são essas dúvidas que acabam rendendo, muitas vezes, os posts mais interessantes aqui para o blog.

Daí, pensando nisso e também inspirada pela minha visita à Expo Pano surgiu a ideia de fazer uma série de posts para falar um pouco sobre tecidos (tema que eu particularmente adooooro). E, para todo mundo ter oportunidade de trocar ideias sobre coisas mais específicas e aprender junto, sintam-se a vontade para usar o espaço para comentários.

Para começar, vamos falar de uma dúvida recorrente nos meus atendimentos personalizados: tecido plano ou malha?

#02

Na dúvida, sempre que possível escolha o tecido plano (guardem isso).

Supondo que você não saiba o que é tecido plano, eu explico: tecido plano é aquele que não estica, que quando a gente veste mantem a sua forma original (exemplos: lã, sarja, seda, tricoline), já malha é o oposto disso, é tecido que muda de forma quando a gente veste, ele estica (exemplo: viscolycra, algodão de camiseta, jersey, tricô).

Tanto tecidos planos quanto malhas podem ser feitos de 100% fibras naturais, 100% fibras sintéticas ou de uma mistura de fibras naturais + sintéticas! (assunto para outro post, em breve).

O mais importante é lembrar que, além de esticar e não esticar, tecido plano e malha transmitem mensagens de estilo bem diferentes também. Verdade verdadeira.

Tecido plano parece quase sempre mais sofisticado e formal. Malha sempre dá uma cara de mais conforto e esportividade ao look.

#04

Comprovando na vida o que citei lá no começo do texto: Por que preferir o tecido plano? Porque peças em malha, por terem esse jeitinho mais informal de ser, não vão para eventos mais elegantes (exemplo: casamentos, festas chiques, ambientes muito formais de trabalho). E as peças em tecido plano? Peças em tecido plano vão bem em qualquer lugar!

Está com o armário lotado de malhas e se desesperou? Calma lá! Malha não é vilã não! Existem muitas situações em que só a malha salva. Tema do nosso post da próxima segunda-feira.

Bjs e uma ótima semana.

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Dea Scannapieco, 41 anos, consultora de estilo pessoal,
blogueira nas horas vagas, curiosa em tempo integral, meio cá, meio lá… uma jovem senhora.

Yes, nós temos bananas… Mas somos todos diferentes

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Na história da humanidade, nunca se teve tanto espaço para florescer dentro das diferenças que nos individualizam como nos tempos atuais. Então, porque insistimos em sermos todos iguais?

Não somos. E aceitar isso é fundamental, pois afirmar as nossas diferenças é o primeiro passo para acabar com preconceitos, com estereótipos. Pode parecer contraditório, mas sem afirmar nossas diferenças não alcançamos uma igualdade de pertencer neste mundo como somos e nem a liberdade de ser quem queremos ser.

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Falando de estilo, que é a minha praia, eu seria simplista se não considerasse aqui a grande pressão externa do nosso meio que tenta nos encaixar a todo o momento neste ou naquele grupo. É preciso uma grande força interior para ter condições de não ceder às repressões externas do nosso meio homogeneizador.

Temos que perceber que nossa sociedade, formatada como está, prima por esquemas econômicos – e políticos; repressivos e a serviço de um maior benefício material a um pequeno grupo. Assim, não são imparciais e têm um grande interesse na insegurança emocional das pessoas.

03d

É evidente que uma pessoa insegura é mais suscetível e mais facilmente submetida às ordens do meio, por ter menos forças para suportar a dor derivada de críticas e da impossibilidade de pertencer ao grupo tido como “dentro dos padrões”.

Dentro disso, dai é que surgem as frustrações e a infelicidade na eterna busca por atingir padrões de beleza, impossíveis de serem alcançados pela grande maioria da população.

Quando valorizamos e aceitamos quem somos fica mais fácil aceitar a o outro como ele é. Preconceito de qualquer tipo é estupidez, mas, neste sentido, o preconceito contra si mesmo é o pior de todos. Somos diferentes, a humanidade é sortida, a beleza tem várias formas e um viva a isso!

Bjs e até a próxima semana.

“Desejo tanto que respeitem a minha liberdade que sou incapaz de não respeitar a dos outros.”
Françoise Sagan

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Dea Scannapieco, 41 anos, consultora de estilo pessoal, blogueira nas horas vagas,
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