segunda-feira - 29, julho, 2013 | por: Bom Retiro Na Moda

Eu compro, tu compras, ela compra…

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Fonte: T. Magazine

Depois de uma semana de clima padrão Sibéria, o frio resolveu dar uma amenizada e pude colocar as pernocas rumo às promoções que estão rolando na cidade.
Preocupada com um dia cheio de consumismo lascivo e desenfreado, tratei de carregar comigo uma lista de desejos. Isto feito, partiu compras!
E que coisa boa é promessa de desconto, faz gente dorminhoca como eu acordar cedo no sábado, sem nem ligar despertador.
Mas falou promoção, falou também em bizarrice. Toda promoção legítima tem aquelas peças, digamos… Peculiares. Liquidação que se preze vai ter aquela calça cor de burro quando foge, aquele blazer com estampa de cortina. Coisas assim… que nem Freud explica.

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Fonte: T. Magazine

É claro que dá para achar coisas interessantes, mas arrisco dizer que quase todas nós, mulheres, já perdemos a cabeça e nos sentimos culpadas por ter um dia comprado produtos a preço de banana que se mostraram totalmente inadequados com o tempo.
Quem nunca saiu de casa em busca daquela camisa branca e voltou com meia dúzia de camisetas e uma calça preta? Outra, para fazer coro com as três, praticamente gêmeas desta última, que já moravam no armário.
Naturalmente é mais do que uma mulher pode resistir.
Você vai à loja, veste aquele vestido magnífico e, embora não tenha nem ocasião para usá-lo, você começa a achar justificativa. E se aquele primo que namora há uns quinze anos resolve casar-se de repente? Além disso, você tem uns sapatos que combinam com ele. Olha que sorte! A tentação de comprar uma pechincha dessas é demais para qualquer mortal.

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Fonte: T. Magazine

Mas é aquele velho ditado: o barato pode sair caro… E sai mesmo, se deixar no vai da valsa.
Minha dica: preparar uma listinha de compras. Claro que você não precisa deixar de investir em algo super bacana e com preço justo só porque não está na lista, os legítimos achados são super bem-vindos. A lista é para ajudar a não focar só no preço – o que normalmente resulta em desastre; e lembra-se daqueles itens realmente necessários.

Dea Scannapieco, 41 anos, pesquisadora por profissão, consultora de estilo por vontade, blogueira nas horas vagas, curiosa em tempo integral, meio cá, meio lá… uma jovem senhora.

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